segunda-feira, novembro 27, 2006

sexta-feira, novembro 17, 2006

Pensar em (o) que vale a pena.

Não te escondas nas sombras dos outros,
Deixa que cada pensamento siga o seu reflexo.
O mesmo deves fazer com os sonhos
e com teus pensamentos.

Não te deligues, nem te demitas.Participa;
Mas não penses que te vais safar toda a vida.
Em todo caso fica mais perto da saída,
Pois aí é que se respira...

Arranca as asas a aguía sem pena (dò)... (dó)...
Depois esfola-a ou depena-a.
Quando tiveres bastante penas a tua volta,
Enche o travesseiro e oferece-o a toda a gente.

Não te animes ao pensar que haverá sempre um gano
Aonde as folhas te protegerão.
Pode ser. Se for, melhor...
Esta deve ser a tua a(l)titude.

Tudo tem um limite, minha filha;
Não te apoquentes em vão se as folhas
no inverno caírem, pois assim está delineado,
os apiadeiros da corrente viva.

Se por saberes ouves,
Ou por ouvir sabes.
Nao penses que todos assim o pensam ou o são
Pois muitos nada sabem... ou ouvem... ou não são

A vida da voltas e voltas que a roda não tem,
Mas por muitas contas que faças, o PI não muda.
A sombra aumenta com a noite clara,
E dessaparece na aurora penumbrante.

Respira pousadamente e sente,
Ao respirares lentamente sente.
Que quanto mais respirares,
Menos tens para inspirares.

È bom que se saíba.
Que isto não é plágio.
Mas, nem por isso se possa tornar,
Neste desconcertante addagio.


São sentenças delirantes, mas que, no fundo foram copiadas,
E não pensem que estou alucinado
Apenas procuro perceber o que pensas.
Prisão? Não... Pensamento.


PS:
Por favor não fumem casca de cebola.

sexta-feira, novembro 03, 2006

o Bombo (para quem quer saber)

Os bombos caracterizam-se pela ausência de bordões sobre qualquer das peles, que por isso, sob a pancada da masseta, vibram livremente, com uma sonoridade profunda e difusa. Os bombos são geralmente de tipo largo, e de vários tamanhos, desde os enormes bombos dos Zés-pereiras minhotos, com mais de oitenta centímetros de diâmetro, e bastante altos, até aos pequenos e delicados bombos das rusgas, e principalmente das chuladas, com menos de 30 cm de diâmetro.Um bumbo ou bombo (em inglês, bass drum), é um tambor cilíndrico de grande dimensão, de som grave e seco.
Numa bateria, fica no centro, ao chão. É percutido por uma maceta acionada através de um pedal, usualmente comandado pelo pé direito do baterista (no caso de bateristas destros), mas também pode contar com pedais duplos, para ambos os pés.
O bumbo é como o coração da bateria, é ele quem dá as batidas mais graves e constantes que ajudam na formação do ritmo e como efeito levam as pessoas a se movimentarem de acordo com suas batidas.
O de orquestra, conhecido como bombo sinfônico ou gran cassa (em italiano), possui dimensões bem maiores, e fica normalmente apoiado sobre um cavalete ou carrinho, com a membrana em ângulo de aproximadamente 45º com o piso. É percutido por macetas accionadas com a mão.
Em desfiles ou em fanfarras, o bombo é transportado à frente do peito, pendurado nos ombros por cintas de couro (talabarte), e normalmente é percutido em ambas as membranas, por duas macetas, uma em cada mão.